Quem é você? De onde você veio? O que está fazendo aqui? Para onde vai? Como fazer para chegar lá?
Alguma vez você já se colocou diante dessas perguntas? Digo, de forma séria e reflexiva, porque, acho que todos nós já brincamos com essas perguntas, agora, tratá-las de forma séria e reflexiva, talvez poucos.
Essas perguntas e outras, no passado, faziam parte do cotidiano das pessoas, e hoje apenas de alguns. Foram temas de longas reflexões e debates tanto no campo filosófico, como no teológico. Trata-se do existencialismo (caráter das doutrinas para as quais o objeto próprio da reflexão é o homem na sua existência concreta).
Mas, será que essas perguntas devem necessariamente ficar relegadas apenas aos psicólogos, filósofos e teólogos? Será que não seria um desperdício se eu e você, não nos voltássemos, pelo menos por um instante, para essas questões?
Pois bem, esta é a proposta do Simposion deste mês. Trataremos da importância do “conhecer-se a si mesmo” no relacionamento afetivo-familiar, no dia-a-dia de nosso trabalho e também em nossa vida espiritual.
Lançamos a pergunta a uma socióloga e a um padre. Duas visões diferentes de duas áreas diferentes, porém seus estudos e reflexões de uma maneira ou de outra, convergem para o homem.